Neste dia 15 de abril: Sair às ruas contra o PL da terceirização e da escravidão apoiado pela direita golpista

Eles fracassaram na “mobilização” dos coxinhas do dia 12, mas querem impor a política de “ajustes” e ataques aos trabalhadores por meio da vontade do congresso de picaretas e dos governos inimigos do povo. É preciso intensificar a mobilização das organizações de luta dos explorados contra o golpe e pelas reivindicações operárias e populares

 Ampliar a mobilização contra a direita golpista e em defesa das reivindicações dos trabalhadores diante da crise

Nem os números mentirosos da Polícia e da imprensa golpista escondem o estrondoso fracasso dos atos da direita pró-imperialista do último domingo, apesar dos milhões por eles gastos e de contarem, mais uma vez com o apoio escancarado do governos direitistas como o do PSDB de SP (da sua PM, metrô com catraca livre etc.) e de uma ampla campanha favorável dos monopólios de comunicação como a Rede Globo, Veja, Folha etc.

Por todos os ângulos que se veja, a manifestação foi um fracasso, diante das promessas e ameaças da direita de que seriam “muito maiores” e do seu propósito de dar um caráter “popular” aos seus planos de derrubar o governo Dilma, seja pelo impeachment, pela “justiça” ou por meio de um golpe militar que garanta a imposição dos interesses de grupos econômicos e políticos vinculados e patrocinados pelo capital imperialista.

Um dos principais motivos para este fracasso é que a direita passou a ser mais amplamente denunciada pelas organizações operárias e populares e da esquerda que não caíram no conto de fadas de que a direita golpista quer combater a corrupção, por meio das empresas, partidos e governos mais corruptos e reacionários do País.

A luta dos trabalhadores, principalmente a partir de 13 de março está deixando cada dia mais claro que o que eles querem impor uma nova etapa de escravidão ainda maior contra os trabalhadores, com a aprovação de medias como o PL 4330 que visa impor a milhões de trabalhadores a terceirização, para rebaixar ainda mais os salários, aumentar o desemprego, a contratação de milhões sem direitos conquistados em anos de luta e, dessa forma, garantir os lucros de punhado de abutres capitalistas que querem que os explorados paguem pelo colapso capitalista que cresce em todo o mundo.

Greves, como a dos professores de São Paulo (do PR, PA etc.) evindenciam que por trás da mobilização golpista estão os querem destruir totalmente o ensino e a saúde públicas, em favor dos capitalistas da educação e mercadores da doença; os querem privatizar a Petrobras, os correios etc. e impor uma profunda repressão contra a população pobre e negra, em particular, contra a juventude, com medidas como a redução da maioridade penal.

Eles tiveram um revés, mas não desistiram. Sabe que a força deles não vem da mobilização nas ruas, mas das negociatas de gabinetes dos grandes capitalistas e de suas máfias políticas inimigas do povo trabalhador e da juventude.

Por isso, para derrotar de vez toda esta corja e avançar na luta na defesa das reivindicações dos trabalhadores diante da crise é preciso fortalecer a luta dos explorados.

A situação reforça a necessidade de intensificar a campanha de denúncia da política golpista da direita, em defesa dos direitos democráticos dos explorados e na defesa de suas reivindicações diante da crise – como a derrubada do PL 4330, contra as privatizações, em apoio às greve dos professores contra a política de “ajustes” do governo Alckmin etc.

Mais do que nunca, dia 15 de abril todos às ruas. É hora dos trabalhadores e suas organizações de luta, avançarem contra os que, neste domingo, fracassaram em avançar um pouco mais na defesa dos interesses do imperialismo golpista, contra os explorados

Se comprovou – sem sombra de dúvidas –  que a “neutralidade” preconizada por setores da esquerda pequeno burguesa diante da ofensiva da direita é uma verdadeira cumplicidade com os objetivos desta direita e contribui para a conspiração tem torno ao golpe de Estado e no ataque aos direitos dos trabalhadores.

Mais do que nunca é hora de cerrarmos fileiras para marcharmos juntos em defesa dos interesses dos trabalhadores contra um inimigo muito mais forte e perigoso do que a política de conciliação de classes do PT e que está por detrás desta política: o imperialismo e seus representantes no Brasil.

Reafirmamos nosso chamado a que, como parte desta luta, no dia internacional de luta da classe operária, realizemos um ATO DE 1o. DE MAIO UNIFICADO DE LUTA CONTRA A DIREITA GOLPISTA EM DEFESA DAS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES.

Que unifiquemos nossas bandeiras de luta e nossos punhos, para gritar alto e bom som: “FASCISTAS, GOLPISTAS, NÃO PASSARÃO!.

Derrotar nas ruas a direita golpista e seus planos de “ajustes”:

  • Abaixo o PL 4330 e toda política de “ajustes” e cortes nos orçamentos públicos. Nenhum direito a menos para os trabalhadores
  • NÃO À PRIVATIZAÇÃO! Nacionalização do Petróleo e Reestatização da Petrobras sob controle dos trabalhadores
  • Ocupar as fábricas contra as demissões. Escala móvel de salários e horas de trabalho
  • Reforma Agrária com expropriação do latifúndio
  • Reforma Urbana com expropriação dos especuladores e plano nacional de construção de casas populares sob o controle das organizações populares
  • Em defesa das reivindicações dos professores contra a destruição do ensino público
  • Não à redução da maioridade penal e ao aumento da repressão contra o povo trabalhador. Dissolução da PM, máquina de guerra contra a população pobre e negra.
  • FORA OS GOLPISTAS! Por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo

Agredido pela PM em Brasília:  “Pensei que eles fossem me matar de tanto bater”

Companheiro Aurimar Cordeiro, militante do PCO brutalmente agredido pela polícia na manifestação do dia 7, conversou com nossa redação

O companheiro Aurimar Cordeiro, militante do PCO e carteiro em Minas Gerais foi covardemente agredido pela Polícia Militar do Distrito Federal e pela Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados no ato contra a PEC 4330 da terceirização. Passado o susto, o companheiro passa bem, mas terá que passar por uma cirurgia na mão esquerda. “Eles me bateram tanto nas mãos e com tanta violência que cortou a pele e rompeu o tendão de um dos dedos. A médica disse que corte foi tão profundo que deu para ver próximo do osso” , disse.

A redação do jornal Causa Operária visitou o companheiro no hospital. Em depoimento, ele afirmou que a Polícia o pegou pelas costas, sem condições de defesa. “Eu estava procurando por um companheiro que estava no meio da confusão para ajuda-lo,  quando eu menos esperava um policial me deu uma gravata e me puxou para o meio deles”.

O companheiro descreve que, a partir dai, jogaram ele no chão, pisaram em sua cabeça e uma dezena de policiais foi para cima dele com cassetetes, choques elétricos e pontapés. “Enquanto estava apanhando, consegui falar para não me dar choque, pois tinha problema cardíaco. O policial simplesmente falou: ’então você vai morrer aqui’ e me deu mais um choque na região do peito”. Algumas imagens transmitidas pela própria imprensa capitalista deixam claro que o que a polícia fez foi um espancamento. As imagens são fortes e indignantes. Assista ao vídeo aqui.

“Pensei que eles fossem me matar de tanto bater”, afirmou Aurimar, conhecido pelos companheiros como “Carioca”. Depois do espancamento, o companheiro foi levado desacordado para dentro do Congresso. “Mesmo eu estando desmaiado, eles me algemaram e só acordei depois dos primeiros socorros.”

O companheiro Aurimar é membro da Corrente Ecetistas em Luta de militantes do Partido da Causa Operaria nos Correios e diretor do Sintect-MG (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas Gerais).

“Eu atribuo total responsabilidade pela agressão ao presidente da Câmara Eduardo Cunha [PMDB], que soltou os cachorros para impedir que os trabalhadores acompanhassem as votações desse projeto que vai acabar com os direitos dos trabalhadores”, conclui o companheiro.

Militante do PCO é brutalmente agredido na manifestação contra a terceirização

Espancado por mais de uma dezena de policiais militares, sindicalista do Partido da Causa Operária teve de ser levado ao Hospital e precisará ser operado para não perder movimentos da mão

 Companheiro Aurimar Cordeiro, agredido pelos policiais.

O companheiro Aurimar Cordeiro, conhecido com Carioca, militante do PCO, trabalhador dos Correios e diretor do Sintect-MG (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas Gerais) foi covardemente espancado pela Polícia Militar do DF que, cumprindo ordens da reacionária direção da Câmara dos Deputados, presidida pelo ultrarreacionário deputado tucano-peemedebista Eduardo Cunha, bloqueou todo acesso dos trabalhadores ao Congresso Nacional no momento em que este está para aprovar um dos maiores golpes contra os trabalhadores nos últimos anos: uma lei que permite a transferência de milhões de trabalhadores para o regime de terceirização, com salários mais baixos, perdas de direitos etc.

Para impor PL 4330 que rasga a CLT e impõe regime de escravidão a milhões de trabalhadores, direita que comanda o Congresso Nacional ordenou dura repressão convocada pela CUT e outras organizações operárias, impedindo o acesso dos trabalhadores ao Congresso, com a PM usando de enorme brutalidade e selvageria.

Nessa repressão, o companheiro “Carioca”, mais de uma dezena de PMs o cercaram e o espancaram covardemente com cassetetes, choques elétricos, chutes e pisões na cabeça.

Por conta das agressões, o companheiro do PCO ficou desacordado mas mesmo assim foi levado para dentro do Congresso algemado.

O companheiro, que é carteiro e há anos milita na corrente Ecetistas em Luta/PCO, foi levado ao hospital sangrando muito, com cortes no rosto e na perna, vários hematomas pelo corpo, nas costas e nas costelas. O companheiro sofreu um corte profundo na mão esquerda que chegou a romper um tendão, tamanha a brutalidade com que a PM bateu com o cassetete.

O companheiro do PCO passou a noite internado no Hospital e precisará fazer uma cirurgia na mão para que não sofre sequelas mais graves.

A brutalidade da PM se estendeu a outros manifestantes e até um deputado do PT, “Vicentinho” (SP), foi empurrado pelos PM`s e atingido com jatos de gás de pimenta, sendo um claro sinal do quanto a direita golpista que controla o Congresso Nacional e quer controlar o País esta disposta a ir no sentido de impor sua política antioperária em favor dos interesses do imperialismo contra os trabalhadores.

Contra os direitos dos trabalhadores: Câmara controlada pela direita aprova texto base da PL da Terceirização

Lei que ataca os direitos e a organização dos trabalhadores foi aprovada a toque de caixa pela Câmara. Texto do projeto foi distribuído para parlamentares na última hora

 Após romper com o PT, PMDB passa a apoiar todos os projetos que atacam os direitos dos trabalhadores.

Nesta quarta-feira (8), a oposição de direita, apoiada por grande parte do PMDB, acelerou o processo de votação na Câmara dos Deputados do Projeto de Lei 4330/04, a PL da Terceirização, para aprova-lo com o mínimo debate possível. Com um acordo para aprovar o texto-base antes de votar as emendas e a oposição apenas dos parlamentares de PT, PCdoB e Psol, a PL foi aprovada por 324 votos a 137, com duas abstenções.

Eduardo Cunha pretendia colocar o projeto em votação no dia anterior, mas devido à manifestação na porta do Congresso Nacional, brutalmente reprimida pela PM, a sessão foi adiada.

No período da manhã, o plenário aprovou um requerimento para encerrar a fase de discussão e possibilitar o início das votações. Devido ao interesse do presidente da casa, Eduardo Cunha, no começo da noite foi aprovada a votação do texto-base do projeto no mesmo dia, passando as emendas para a próxima semana.

A aplicação deste projeto será um grande ataque contra toda a classe trabalhadora. Entre outras mudanças, esta lei permitiria a generalização do trabalho terceirizado, inclusive para atividades fim das empresas, dificultando a organização dos trabalhadores e consequentemente piorando as condições de trabalho.

A direita está se aproveitando da crise política do governo de Dilma Rousseff e da perda da maioria no Congresso Nacional para aprovar uma série de ataques contra os direitos da classe trabalhadora e da população em geral. Além da PL da Terceirização, a redução da maioridade penal, a regularização das doações de empresas e outros ataques estão sendo votados rapidamente.

A aprovação em praticamente um dia do projeto da terceirização, por ampla vantagem, mostra ainda que o isolamento do PT dentro da Câmara dos Deputados é grande e já há condições para um possível processo de impeachment.

A CUT e outras centrais contrárias ao projeto 4330 estão convocando para o próximo dia 15 uma mobilização nacional contra a aprovação deste projeto. Além disso, há um mandato de segurança no STF, pedido pelo PT para anular a sessão que aprovou o texto-base.

PT prepara mais uma eleição fraudulenta para impedir a participação dos ecetistas no sindicato

Diretoria do Sintect-RPO esconde a eleição dos trabalhadores e divulga lista de exigências absurdas para a inscrição de chapa

Nessa semana terminam as inscrições para a eleição para a diretoria do Sintect-RPO (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Ribeirão Preto e região). Mais uma vez, os trabalhadores dos Correios estão assistindo a mais uma demonstração da ditadura da burocracia sindical dentro dos sindicatos.

O sindicato de Ribeirão Preto é controlado pela Articulação Sindical/PT, que sem apoio na categoria depois de inúmeras traições, quer garantir a perpetuação no sindicato através da fraude. A diretoria da Articulação furou as ultimas greves da categoria, como a greve contra a Postal Saúde no ano passado, que lutava contra a privatização do convenio médico dos trabalhadores. Esse ano, sequer convocou assembleia para debater a greve contra a privatização da empresa, aprovada no calendário nacional da categoria.

Além disso, vários diretores do sindicato receberam cargos na empresa, como foi o caso de Carlos Decourt. Apenas para citar um caso, que abandonou a presidência no atual mandato do sindicato para ocupar um cargo de cúpula na ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos).

Como sabe que nao tem nenhum apoio entre os trabalhadores, a diretoria do sindicato decidiu fazer uma eleição escondida da categoria. Em primeiro lugar, sequer divulgou a eleição para que ninguém ficasse sabendo. Mas a manipulação é bem maior. A comissão eleitoral, também dominada pela Articulação Sindical/PT, estabeleceu uma verdadeira “floresta” de exigências que o trabalhador precisa superar para participar da eleição.

Ao todo, a comissão eleitoral exige cinco documentos diferentes para cada membro da chapa que queira se inscrever. Os vinte membros precisam apresentar a Carteira de Trabalho, o documento de Identidade, o CPF e até o número do PIS. Mas isso ainda não é o pior.

A comissão eleitoral do PT inventou que para o trabalhador se inscrever ‘e necessário reconhecer firma no cartório da assinatura de cada um dos membros da chapa. Uma exigência totalmente sem cabimento nem politico nem legal.

Essas exigência servem para impedir que o trabalhador de base participe da eleição, restringindo a participação apenas aos elementos da burocracia sindical, que tem facilidades e privilégios. Um trabalhador, que precisa bater o cartão durante oito horas diárias de expediente, não tem tempo para ir ao cartório para reconhecer firma.

A corrente de oposição nacional nos Correios, Ecetistas em Luta, vai inscrever a chapa para as eleições e convoca os trabalhadores a se mobilizarem para derrotar os pelegos da diretoria do sindicato. Desde já, vamos entrar na justiça para impugnar o processo eleitoral que já começa fraudado e impede a participação democrática da categoria.

Direita golpista mostra a cara: ataques aos direitos trabalhistas e repressão brutal

Brasília, 7 de abril – A mando do golpista Eduardo Cunha (PMDB), polícia militar coloca em prática seu mecanismo para garantir os ataques aos trabalhadores

Na terça-feira, dia 7, cerca de 3 mil trabalhadores, sindicalistas, militantes sem-terra se reuniram em Brasília para um ato contra a PEC 4330, o Projeto de Lei da Terceirização.

O presidente da Câmara dos Deputados, o direitista e um dos principais articuladores dos golpistas Eduardo Cunha (PMDB), colocou todo o aparato de repressão para reprimir brutalmente os manifestantes presentes. A “recepção” feita por Eduardo Cunha, representante de um Congresso ainda mais direitista a partir das últimas eleições, revela qual será a política da direita golpista caso o golpe contra o PT seja bem sucedido.

A polícia da direita golpista

A mando de Eduardo Cunha, os manifestantes não puderam entrar na “Casa o povo” para assistir a votação. Um aparato enorme da Polícia Militar e da Tropa de Choque com cavalaria, cachorros, armas de choque, gás de pimenta, bombas, canhão de água estava em volta do Congresso. Os manifestantes, agrupados no gramado em frente ao espelho d’água foram impedido inclusive de se aproximar. A polícia tentou impedir o carro de som do ato de chegar próximo ao congresso e chegou a atirar com bala de verdade no carro para intimidar o motorista. Indignados, os manifestantes correram para garantir que o carro de som não fosse atacado pela polícia. A PM atacou com bombas e gás de pimenta. Vários manifestantes foram agredidos e gravemente feridos.

O companheiro Aurimar Cordeiro, conhecido com Carioca, militante do PCO, trabalhador dos Correios e diretor do Sintect-MG (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas Gerais) foi brutalmente agredido pela polícia.

De maneira totalmente arbitrária, a polícia imobilizou o companheiro. Uma dezena de PMs cercaram e o espancaram covardemente com cassetetes, choques elétricos, chutes e pisão na cabeça . O companheiro ficou desacordado e foi levado para dentro do Congresso, algemado.

O companheiro foi levado ao hospital sangrando muito, com cortes no rosto e na perna, vários hematomas pelo corpo, nas costas e nas costelas. O companheiro sofreu um corte profundo na mão esquerda que chegou a romper um tendão, tamanha a brutalidade com que a PM bateu com o cassetete.

O companheiro passou a noite internado no Hospital e passa bem, mas precisará fazer uma cirurgia na mão.

O retrato do que querem os golpistas

A direita nacional prepara um ataque brutal aos direitos básicos dos trabalhadores como o próprio direito de manifestação. É isso o que está por trás das manifestações pelo “impeachment” que a direita e a extrema-direita, apoiadas pela imprensa capitalista e pelos monopólios capitalistas estrangeiros estão organizando nesse dia 12 de abril. Um aprofundamento dos ataques aos direitos dos trabalhadores e um aumento da repressão contra as organizações operárias.

Ao mesmo tempo que quer passar no Congresso a lei da terceirização, que vai acabar com os direitos trabalhistas no Brasil, a direita precisa impedir que os trabalhadores se mobilizem.

Para colocar sua política dura de ataques às condições de vida dos trabalhadores, a direita precisa lançar mão da repressão e da censura. Por isso os que estão nas ruas pedindo a derrubada do governo pedem o corte de direitos, como as privatizações, e ao mesmo tempo defendem o aumento da repressão, a intervenção militar etc.

Com medo da reação dos trabalhadores, a votação da PEC 4330 foi adiada para hoje em uma manobra realizada pelo Parlamentares da direita.

Uma análise das condições políticas que explica a entrega do Congresso da Fentect para o peleguismo

Leia nota da corrente Ecetistas em Luta, de militantes e simpatizantes do PCO nos Correios, com um balanço da última gestão da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios

Sindicalistas do PT, da Intersindical e de Independentes que compõem o MOPE – Movimento de Oposição ao Peleguismo – estabeleceram no início de março os prazos e regras do próximo Congresso da Fentect, que só favorecem o retorno do PT à secretaria geral da entidade.

Mesmo com os diretores da Fentect ligados ao PT não acatando nenhuma decisão da categoria nos fóruns da Fentect, inclusive sabotando abertamente às deliberações de luta e de greve contra a direção da Correios, integrantes da Intersindical (sintects do Paraná, Mato Grosso e Campinas) e Independentes (Piauí) que compõem o MOPE querem estabelecer o próximo Congresso da entidade de comum acordo com estes traidores.

Antes de comprarem os sindicalistas do MRL na diretoria da Fentect, os sindicalistas do PT articulação Sindical se recusaram a fazer reunião de diretoria da Fentect. Somente após comprarem os sindicalistas do MRL, a Articulação Sindical do PT começou a exigir que as decisões do nosso movimento fossem realizadas somente em reuniões de Diretoria.

Para impedir esse golpe, a corrente Ecetistas em Luta/PCO propôs que as decisões sobre o movimento sindical dos trabalhadores dos Correios organizados na Fentect fossem deliberados em Plenárias ou Conrep´s, com ampla participação de trabalhadores de base, para não cair na armadilha da maioria, criada de forma artificial dentro da Diretoria entre Articulação e MRL ambos do PT, como parte do tradicional balcão de negócios que existe no movimento sindical dos correios.

No entanto, os sindicalistas da Intersindical e independentes que participam do MOPE mostrando que para eles não vale a vontade da categoria, mas a formalidade fraudulenta de uma maioria inexistente na base da categoria, decidiram o futuro da categoria dentro de uma pequena reunião de diretoria da Fentect, acatando todas as vontades dos traidores do PT em relação ao Congresso.

Congresso da Fentect na medida para os patrões

Nessa reunião foram aprovadas todas as vontades dos sindicalistas do PT, com a anuência da Intersindica e Independentes,  decisões que praticamente garante a volta do PT na secretaria geral da Fentect. Como por exemplo:

– Decidiram que os chefes possam participar das assembleias de trabalhadores para tirar delegados ao Congresso.

-Que os pelegos possam realizar várias assembleias para eleger delegados em um mesmo sindicato, uma malandragem criada no sindicato do Paraná, através do mega pelego Areovaldo – na época presidente do sindicato pela Articulação, hoje Diretor Regional da DR-Paraná.  A moda cresceu a ponto do Sindicato pelego de Goiás realizar seis assembleias para impedir que a Oposição eleja delegados, até sindicatos minúsculos como o do MS realizam duas assembleias para eleger delegados à Fentect.

-Que os pelegos possam realizar assembleia a qualquer horário, como o Pelego de Uberaba, que realiza assembleia às 18 horas, horário em que os carteiros dos Correios ainda sequer conseguiram dar baixa em sua entrega diária de correspondência.

-Nas assembleias das bases de Oposição a Findect- federação Fantasma foi aprovado que os pelegos do PT e PSTU que nunca fizeram oposição nas bases divididas pelo PCdoB, como São Paulo, Rio de Janeiro, RN, TO e Bauru realizem assembleias para eleger delegados. Isso tudo em apenas três dias, duas assembleias por dia, para dificultar a ida da oposição nas assembleias enquanto, a direção da ECT fará o serviço de liberar trabalhadores para votar nas chapas do PT.

– Para garantir ainda mais o controle do PT no Congresso, foi aprovado que o Congresso será realizado em Brasília, com catraca eletrônica para inibir a presença da categoria. Lembrando que em Brasília é um local de maioria de sindicatos petistas, onde se realizou uma das maiores fraudes da eleição sindical dos correios no ano passado, a eleição da pelega Amanda Marmitex.

O “antigovernista” PSTU influencia base do MOPE para entregar Fentect para o o governo do PT-PMDB

Depois de várias traições cometidas pelo trio PT, PCdoB e PSTU dentro da Fentect, como o PCCS2008 da escravidão, o Acordo Bianual, o Saldamento do Postalis etc, os trabalhadores se agruparam entorno da Oposição, MOPE, formado pelo PCO, Intersindical, Independentes e grupos dissidentes do PT, como o MRL para colocar fim aos acordos traidores.

Com essa composição, os trabalhadores organizados na oposição conseguiram uma vitória espetacular, com apenas dois votos de diferença, no Congresso da Fentect de Fortaleza de junho de 2012.

A vitória da oposição se deu no Congresso para nova diretoria, mas também na nova forma de negociação dos trabalhadores, passando de apenas 7 negociadores, (que constituía o balcão de negócios), para formação de um Comando Amplo de um representante por sindicato, mais seis da Federação, totalizando 41 membros.

O PCdoB percebendo o aumento da oposição dentro da Fentect partiu para divisão da Categoria, se juntando com os pelegos antigos de Bauru, para ressuscitar a Federação criada pela ECT na época da ditadura, a Findect.

Já o PSTU, trabalhou intensamente para esvaziar a oposição no Congresso da Fentect, a fim de dar a vitória daquele Congresso para o PT, e depois justificar a formação de uma terceira Federação, a FNTC – Federação anã.

O Sintect-SJO do Conlutas sequer mandou delegados ao Congresso. O PSTU do Rio de Janeiro também não participou e alguns delegados do PSTU só votaram na chapa de oposição depois de muita pressão dos trabalhadores presentes no Congresso, pois a posição do PSTU era de abandonar o Congresso antes da votação da nova diretoria, o que teria dado a vitória ao PT no Congresso.

Apesar de a Secretaria Geral ficar para chapa do MOPE, a sua administração foi dividida entre PCO, Intersindical e Independentes, cada uma das forças assumindo de seis em seis meses.

1º Semestre – Unidade em torno do Comando Amplo da Fentect contra os divisionistas

O Primeiro semestre na secretaria geral da Fentect foi organizado pelo PCO, que conseguiu através do Comando Amplo impedir a sequência de traições e assinatura de acordos coletivos rebaixados, as costas da categoria por parte dos sindicalistas do PT, PCdoB e PSTU, mostrando o tempo todo contra a tentativa da ECT de empurrar os sindicatos divisionistas do PCdoB na mesa de negociação.

O Comando impulsionou assembleias da Fentect no RJ e em São Paulo, que foram atacadas em primeiro momento por capangas do PCdoB e em segundo momento pelo PSTU que atuou na política de auxiliar aos divisionistas do PCdoB nestes Estados, chamando os trabalhadores boicotar a assembleia da Fentect e acreditar nestes traidores.

Tanto foi assim, que o PSTU/Conlutas lançou dias antes da greve marcada para o dia 11 de setembro pela Fentect, uma campanha para suspender a greve para o dia 18 de setembro, dizendo que era para unificar com a data dos sindicatos de SP e RJ. Na verdade a política do PSTU tinha como intenção atacar a unidade dos trabalhadores pela Fentect.

Diante do ataque do PT, PSTU/Conlutas e PCdoB a unidade da categoria, a greve em 2012 foi aprovada apenas em MG e Pará (pela oposição sindical ao PT) conforme deliberado no Congresso.

A greve em MG e Pará se estenderam até o dia 18, obrigando todos os sindicatos do PSTU e grupos que seguiriam a política divisionista do PSTU saírem em greve também.

PT e PSTU se juntaram antes da greve para rebaixar a pauta da categoria. No entanto, o rebaixamento não sensibilizou a direção da ECT, exigindo o julgamento da campanha salarial de 2012 pelo TST.

A combatividade da categoria na greve, decidindo inclusive ir até a porta do TST no dia do julgamento do dissídio, impôes limites aos juízes de retirar direitos pretendidos pela ECT, como por exemplo: o plano de saúde dos trabalhadores.

2º Campanha salarial de 2013 – Radicalidade no movimento, e sabotagem do PT, PSTU na Fentect 

Já no segundo ano da campanha salarial, novamente a direção da ECT tentou colocar os divisionistas do PCdoB na mesa de negociação, apresentando o falso argumento de que a Federação fantasma teria registro no Ministério do Trabalho.

O Comando Amplo de Negociação, junto com a secretaria geral da Fentect, novamente com o PCO à frente lutou contra os divisionistas, promovendo um ato na catraca do prédio da AC de Brasília e uma ocupação no prédio dos Correios para exigir negociações de verdade na campanha salarial.

O PSTU/Conlutas atacou a unidade da categoria, chamando os trabalhadores antecipar a data da greve marcada pelo Conrep da categoria, mudando do dia 18 de setembro para 12 de setembro, mesma data da Findect, falando que os trabalhadores deveriam acreditar que o PCdoB iria fazer greve nos sindicato de SP e RJ.

O PCdoB fez apenas um dia de greve, para sair no dia seguinte, assinando de forma fraudulenta do acordo coletivo de trabalho, Sem ganho algum para a categoria nesse acordo, além de aceitar a mudança do plano de saúde.

PT e PSTU/Conlutas ainda propuseram o rebaixamento da pauta, rebaixando a reivindicação salarial para s mesmos 8% que os sindicalistas do PCdoB já teriam assinado com a ECT.

A Fentect conseguiu realizar assembleia em SP e RJ para deflação da greve pela oposição, o que foi amplamente sabotada pelos sindicalistas do PSTU/Conlutas e do PT destes Estados, que furaram a greve.

Mesmo com PT, PCdoB e PSTU/Conlutas sabotando a campanha salarial de 2013, a Federação, através do Comando Amplo e de sua secretaria geral da Fentect, controlada pelo PCO conseguiram impedir a assinatura do acordo miserável, obrigando ao TST se expor novamente como carrasco dos direitos e salários dos trabalhadores.

No entanto, mesmo com muita ajuda da ECT e da ala burocrática do movimento sindical, PT e PSTU/Conlutas, a Fentect conseguiu desmascarar o acordo da ECT com a Findect. Obrigando os ministros do TST reconhecerem que a única entidade legitima para assinar o acordo seria a Fentect, no entanto em relação ao salário, os ministros se sentiram confortados em apenas manter os 8% de reajuste, depois do rebaixamento para os mesmos 8% propostos pelos sindicalistas do PT e PSTU/Conlutas.

3º Grande campanha – a luta contra a Postal Saúde

Após a campanha salarial de 2013 e com a falência da política de enfiar o PCdoB nas negociações através da Findect, e precisando iniciar a operação criminosa da Postal Saúde, a direção da ECT criou a tal MNNP – Mesa de Nacional de Negociação Permanente – com a participação de apenas os presidentes de sindicatos, sem a Fentect, patrocinando passagens aéreas, hospedagens, translado e diárias para as reuniões a serem realizadas em Brasília-DF.

O intuito da chamada mesa única é óbvio: colocar a Fentect fora das negociações com a empresa, criando uma nova estrutura, de fachada, com todos os sindicatos, sob o comando da direção da empresa, uma das propostas mais patronais que já existiram no movimento dos correios. A MNNP, pelas costas da categoria, restabeleceu o balcão de negócios que havia sido destruído no Congresso da Fentect de 2012.

A companheira Anai Caproni, como secretaria geral da Fentect, logo de inicio avisou que a Fentect mesmo que convidada não participaria dessa armadilha, e que o movimento iria se organizar para chamar uma greve contra o golpe da Postal Saúde a ser instituído pela MNNP.

4º Semestre – Intersindical se transforma em fiadora da política criminosa do PSTU/Conlutas

Mais uma vez o PSTU/Conlutas relutou a sair da MNNP, ser reunindo por diversas vezes na MNNP, com a ECT e seus amigos, os sindicalistas do PT e PCdoB.

A gestão da Intersindical à frente da Secretária geral da Fentect, traz o PSTU/Conlutas para tomar decisões no interior da Federação, patrocinando inclusive o pelego Jacozinho no DF, impedindo a formação de uma legítima oposição a Amanda Marmitex.

A Fentect promoveu duas plenárias, onde os dirigentes do PT sabotaram descaradamente a Plenária e suas resoluções, a ponto de permanecerem ilegalmente na MNNP, recebendo passagens, e diárias e formando novamente o balcão de negócios, sabotando a greve de 43 dias contra o golpe da Postal Saúde.

A greve que se manteve estável nos sindicatos dirigidos pelo MOPE não conseguiu impedir o golpe da Postal Saúde, mas retardou todos os planos da ECT, principalmente de cobrança mensalidades dos trabalhadores no Plano de Saúde dos Correios.

No entanto, a política levada pela Intersindical na greve da Postal Saúde, sob a influência do PSTU/Conlutas e do pelego Rogério Ubine, levou o Comando de negociação e mobilização instalado em Brasília, a apostar na política de fazer lobby com os carrascos ministros do TST, sem atacá-los, ou promover uma intensa agitação nos sindicatos dos traidores sindicalistas do PT e PCdoB, política que favoreceu o endurecimento do julgamento dos ministros sobre a greve que decidiram pela ilegalidade da greve.

Apesar do visível retrocesso do PT nos sindicatos dos correios, a oposição sofre também um importante retrocesso. As eleições no sindicato do Paraná, em mão da oposição, são fraudadas pelos pelegos do PSTU/Conlutas, com o apoio do PT, da direção da empresa, do judiciário corrupto e, também, da Intersindical, fortalecimento a ala pelega dentro da Fentect e os que sempre juraram querer destruir a Fentect e a unidade nacional dos trabalhadores.

5º Semestre – PT, PCdoB e PSTU se unificam novamente na mesa única de negociação

Na campanha salarial de 2014 a direção da ECT investiu novamente na formação de uma mesa única com a preponderância dos sindicalistas do PT, PCdoB e PSTU/Conlutas, a fim de conseguir novamente que o movimento sindical assinasse o Acordo Coletivo de Trabalho ao gosto do patrão.

Foi formada dentro da Federação, a unidade dos PT- Articulação sindical, MRL com o PSTU/Conlutas para que fosse aprovada a mesa única contra a deliberação congressual da categoria de negociação apenas pelo comando amplo de mobilização e negociação.

Depois de muita briga, a campanha salarial de 2014 foi parar em mesa única, e com a direção da ECT novamente controlando a maioria na mesa de negociação, através dos sindicalistas do PT, PCdoB e PSTU/Conlutas.

Mesmo com reajuste de 0%, o Acordo foi assinado pelos sindicalistas do PCdoB, seguido pelos sindicalistas do PT e alguns da Intersindical, e por fim pelo secretario geral da Fentect, José Rodrigues, ligado aos independentes. Tudo isso sem que os fóruns autônomos da Fentect tomassem qualquer decisão a respeito.

A greve da categoria foi novamente sabotada pelo PSTU/Conlutas, que pela terceira vez consecutiva, passou por cima da decisão da categoria em Conrep, e adiou a greve para o dia 23 de setembro, ajudando os sindicalistas do PCdoB do RJ e SP que quase apanharam dos trabalhadores nestes Estados.

A nota marcante nessa campanha, devido à política de adequação dos centristas ao peleguismo do PT, foi o fato da Intersindical indicar para o Comando de Negociação o pelego Rogério Ubine, que ao chegar aos momentos cruciais da campanha salarial, se ausentou do comando de negociação para se reunir com Nelson de Freitas, Amanda Marmitex, e Emerson Marinho, “Pato Roco” e juntos criarem a clausula 22º do Acordo Coletivo de Trabalho, oficializando a MNNP, agora com o nome de SNNP – Sistema Nacional de Negociação Permanente, já estabelecendo que esta mesa única desse os poderes para ECT contratar temporários por concurso público, um ataque brutal à unidade da categoria.

Último semestre- Entrega total à política pelega do PT 

Novamente após a campanha salarial, ficou comprovado que a política de mesa única com o PCdoB era uma traição à luta da categoria, e passado alguns dias da assinatura do acordo, o registro da Findect foi cassado pelo fato de ser totalmente ilegítimo.

Dessa vez a direção da ECT precisaria impor o processo de privatização dos correios com a criação dos CorreiosPar- uma empresa subsidiária que vai organizar o processo de terceirização na operação dos Correios.

Foi chamada novamente a mesa única, financiada pela ECT, que o PT, PCdoB e PSTU/Conlutas logo se puseram a defender.

Em contrapartida a essa política do trio pelego (PT-PCdoB e PSTU/Conlutas) de aliança com os interesses dos trabalhadores, a categoria reunida em Plenária Nacional decidiu por não participar da Mesa nos moldes da ECT e convocou greve para o dia 17 de Março a fim de levar a categoria a lutar contra a privatização.

Como já era esperado, o PT sequer convocou assembleias nos sindicatos que controlam. Já o PSTU/Conlutas que faz a cobertura para os traidores (PT-PCdoB) que atiram nas costas da categoria fingindo que gostaria de lutar contra a privatização saiu na frente propondo mudar a deliberação da Plenária para realizar ao invés de greve, uma paralisação de 24 horas, totalmente inócua. No que novamente a intersindical e os independentes do MOPE, mergulharam de cabeça.

Devido à intervenção direta do trio pelego, a greve foi sabotada em todos os Estados, colocando os trabalhadores de Minas Gerais, Bahia, Ceará e Campinas que deflagraram greve por tempo indeterminado em um isolamento.

Mesmo com todas as sabotagens dos sindicalistas do PT nas deliberações de luta da categoria, aprovadas em Conrep e Plenárias de trabalhadores da Fentect. Os integrantes do MOPE (Intersindical e Independentes) resolveram colocar nas mãos do PT a decisão da organização do Congresso que elegerá a nova diretoria da Fentect.

Diante disso, propomos a realização de uma Plenária imediatamente para reorganizar o Congresso da categoria, estabelecendo regras democráticas e classistas para realização da eleição da nova diretoria da entidade. Sem Chefes, sem a interferência da ECT, sem divisão da categoria em várias assembleias no mesmo Estado, sem catraca e com verdadeiras assembleias nas oposições aos sindicatos divisionistas controlados pelo PCdoB.

Pela formação do sindicato nacional da categoria, para se opuser a política divisionistas dos traidores do PT, PCdoB e PSTU.

Fora a “mesa única”, que a Fentect tome as suas próprias deliberações. Pela recuperação da autonomia organizativa da Fentect diante dos patrões e dos pelegos.