Congresso dos trabalhadores dos Correios: Quadro atualizado das fraudes nas assembleias para o Contect

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Leia a lista de fraudes até agora já ocorridas nas eleições de delegados, preparando o golpe do PT na federação
 Imagem dos trabalhadores no Congresso de 2012.

A burocracia sindical prepara um golpe no XII Congresso da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios para dar maioria para o PT. O golpe começou nas assembleias dos sindicatos, com fraudes descaradas para garantir o domínio da burocracia.

Para que o trabalhador entenda como o PT, mesmo sendo odiado na categoria, vai conseguir retomar o controle da Fentect, vamos fazer a lista das fraudes que já ocorreram e que tivemos conhecimento até o momento.

Sintect-RPO

Direção do sindicato: Articulação Sindical/PT.

O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Ribeirão Preto e região tem cerca de 2.100 trabalhadores na base e direito a eleger cinco delegados. Isso não impediu que a Articulação Sindical dividisse a eleição dos delegados em quatro assembleias. Em Franca, Araraquara e…

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Neste dia 15 de abril: Sair às ruas contra o PL da terceirização e da escravidão apoiado pela direita golpista

Eles fracassaram na “mobilização” dos coxinhas do dia 12, mas querem impor a política de “ajustes” e ataques aos trabalhadores por meio da vontade do congresso de picaretas e dos governos inimigos do povo. É preciso intensificar a mobilização das organizações de luta dos explorados contra o golpe e pelas reivindicações operárias e populares

 Ampliar a mobilização contra a direita golpista e em defesa das reivindicações dos trabalhadores diante da crise

Nem os números mentirosos da Polícia e da imprensa golpista escondem o estrondoso fracasso dos atos da direita pró-imperialista do último domingo, apesar dos milhões por eles gastos e de contarem, mais uma vez com o apoio escancarado do governos direitistas como o do PSDB de SP (da sua PM, metrô com catraca livre etc.) e de uma ampla campanha favorável dos monopólios de comunicação como a Rede Globo, Veja, Folha etc.

Por todos os ângulos que se veja, a manifestação foi um fracasso, diante das promessas e ameaças da direita de que seriam “muito maiores” e do seu propósito de dar um caráter “popular” aos seus planos de derrubar o governo Dilma, seja pelo impeachment, pela “justiça” ou por meio de um golpe militar que garanta a imposição dos interesses de grupos econômicos e políticos vinculados e patrocinados pelo capital imperialista.

Um dos principais motivos para este fracasso é que a direita passou a ser mais amplamente denunciada pelas organizações operárias e populares e da esquerda que não caíram no conto de fadas de que a direita golpista quer combater a corrupção, por meio das empresas, partidos e governos mais corruptos e reacionários do País.

A luta dos trabalhadores, principalmente a partir de 13 de março está deixando cada dia mais claro que o que eles querem impor uma nova etapa de escravidão ainda maior contra os trabalhadores, com a aprovação de medias como o PL 4330 que visa impor a milhões de trabalhadores a terceirização, para rebaixar ainda mais os salários, aumentar o desemprego, a contratação de milhões sem direitos conquistados em anos de luta e, dessa forma, garantir os lucros de punhado de abutres capitalistas que querem que os explorados paguem pelo colapso capitalista que cresce em todo o mundo.

Greves, como a dos professores de São Paulo (do PR, PA etc.) evindenciam que por trás da mobilização golpista estão os querem destruir totalmente o ensino e a saúde públicas, em favor dos capitalistas da educação e mercadores da doença; os querem privatizar a Petrobras, os correios etc. e impor uma profunda repressão contra a população pobre e negra, em particular, contra a juventude, com medidas como a redução da maioridade penal.

Eles tiveram um revés, mas não desistiram. Sabe que a força deles não vem da mobilização nas ruas, mas das negociatas de gabinetes dos grandes capitalistas e de suas máfias políticas inimigas do povo trabalhador e da juventude.

Por isso, para derrotar de vez toda esta corja e avançar na luta na defesa das reivindicações dos trabalhadores diante da crise é preciso fortalecer a luta dos explorados.

A situação reforça a necessidade de intensificar a campanha de denúncia da política golpista da direita, em defesa dos direitos democráticos dos explorados e na defesa de suas reivindicações diante da crise – como a derrubada do PL 4330, contra as privatizações, em apoio às greve dos professores contra a política de “ajustes” do governo Alckmin etc.

Mais do que nunca, dia 15 de abril todos às ruas. É hora dos trabalhadores e suas organizações de luta, avançarem contra os que, neste domingo, fracassaram em avançar um pouco mais na defesa dos interesses do imperialismo golpista, contra os explorados

Se comprovou – sem sombra de dúvidas –  que a “neutralidade” preconizada por setores da esquerda pequeno burguesa diante da ofensiva da direita é uma verdadeira cumplicidade com os objetivos desta direita e contribui para a conspiração tem torno ao golpe de Estado e no ataque aos direitos dos trabalhadores.

Mais do que nunca é hora de cerrarmos fileiras para marcharmos juntos em defesa dos interesses dos trabalhadores contra um inimigo muito mais forte e perigoso do que a política de conciliação de classes do PT e que está por detrás desta política: o imperialismo e seus representantes no Brasil.

Reafirmamos nosso chamado a que, como parte desta luta, no dia internacional de luta da classe operária, realizemos um ATO DE 1o. DE MAIO UNIFICADO DE LUTA CONTRA A DIREITA GOLPISTA EM DEFESA DAS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES.

Que unifiquemos nossas bandeiras de luta e nossos punhos, para gritar alto e bom som: “FASCISTAS, GOLPISTAS, NÃO PASSARÃO!.

Derrotar nas ruas a direita golpista e seus planos de “ajustes”:

  • Abaixo o PL 4330 e toda política de “ajustes” e cortes nos orçamentos públicos. Nenhum direito a menos para os trabalhadores
  • NÃO À PRIVATIZAÇÃO! Nacionalização do Petróleo e Reestatização da Petrobras sob controle dos trabalhadores
  • Ocupar as fábricas contra as demissões. Escala móvel de salários e horas de trabalho
  • Reforma Agrária com expropriação do latifúndio
  • Reforma Urbana com expropriação dos especuladores e plano nacional de construção de casas populares sob o controle das organizações populares
  • Em defesa das reivindicações dos professores contra a destruição do ensino público
  • Não à redução da maioridade penal e ao aumento da repressão contra o povo trabalhador. Dissolução da PM, máquina de guerra contra a população pobre e negra.
  • FORA OS GOLPISTAS! Por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo

Agredido pela PM em Brasília:  “Pensei que eles fossem me matar de tanto bater”

Companheiro Aurimar Cordeiro, militante do PCO brutalmente agredido pela polícia na manifestação do dia 7, conversou com nossa redação

O companheiro Aurimar Cordeiro, militante do PCO e carteiro em Minas Gerais foi covardemente agredido pela Polícia Militar do Distrito Federal e pela Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados no ato contra a PEC 4330 da terceirização. Passado o susto, o companheiro passa bem, mas terá que passar por uma cirurgia na mão esquerda. “Eles me bateram tanto nas mãos e com tanta violência que cortou a pele e rompeu o tendão de um dos dedos. A médica disse que corte foi tão profundo que deu para ver próximo do osso” , disse.

A redação do jornal Causa Operária visitou o companheiro no hospital. Em depoimento, ele afirmou que a Polícia o pegou pelas costas, sem condições de defesa. “Eu estava procurando por um companheiro que estava no meio da confusão para ajuda-lo,  quando eu menos esperava um policial me deu uma gravata e me puxou para o meio deles”.

O companheiro descreve que, a partir dai, jogaram ele no chão, pisaram em sua cabeça e uma dezena de policiais foi para cima dele com cassetetes, choques elétricos e pontapés. “Enquanto estava apanhando, consegui falar para não me dar choque, pois tinha problema cardíaco. O policial simplesmente falou: ’então você vai morrer aqui’ e me deu mais um choque na região do peito”. Algumas imagens transmitidas pela própria imprensa capitalista deixam claro que o que a polícia fez foi um espancamento. As imagens são fortes e indignantes. Assista ao vídeo aqui.

“Pensei que eles fossem me matar de tanto bater”, afirmou Aurimar, conhecido pelos companheiros como “Carioca”. Depois do espancamento, o companheiro foi levado desacordado para dentro do Congresso. “Mesmo eu estando desmaiado, eles me algemaram e só acordei depois dos primeiros socorros.”

O companheiro Aurimar é membro da Corrente Ecetistas em Luta de militantes do Partido da Causa Operaria nos Correios e diretor do Sintect-MG (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas Gerais).

“Eu atribuo total responsabilidade pela agressão ao presidente da Câmara Eduardo Cunha [PMDB], que soltou os cachorros para impedir que os trabalhadores acompanhassem as votações desse projeto que vai acabar com os direitos dos trabalhadores”, conclui o companheiro.

Militante do PCO é brutalmente agredido na manifestação contra a terceirização

Espancado por mais de uma dezena de policiais militares, sindicalista do Partido da Causa Operária teve de ser levado ao Hospital e precisará ser operado para não perder movimentos da mão

 Companheiro Aurimar Cordeiro, agredido pelos policiais.

O companheiro Aurimar Cordeiro, conhecido com Carioca, militante do PCO, trabalhador dos Correios e diretor do Sintect-MG (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas Gerais) foi covardemente espancado pela Polícia Militar do DF que, cumprindo ordens da reacionária direção da Câmara dos Deputados, presidida pelo ultrarreacionário deputado tucano-peemedebista Eduardo Cunha, bloqueou todo acesso dos trabalhadores ao Congresso Nacional no momento em que este está para aprovar um dos maiores golpes contra os trabalhadores nos últimos anos: uma lei que permite a transferência de milhões de trabalhadores para o regime de terceirização, com salários mais baixos, perdas de direitos etc.

Para impor PL 4330 que rasga a CLT e impõe regime de escravidão a milhões de trabalhadores, direita que comanda o Congresso Nacional ordenou dura repressão convocada pela CUT e outras organizações operárias, impedindo o acesso dos trabalhadores ao Congresso, com a PM usando de enorme brutalidade e selvageria.

Nessa repressão, o companheiro “Carioca”, mais de uma dezena de PMs o cercaram e o espancaram covardemente com cassetetes, choques elétricos, chutes e pisões na cabeça.

Por conta das agressões, o companheiro do PCO ficou desacordado mas mesmo assim foi levado para dentro do Congresso algemado.

O companheiro, que é carteiro e há anos milita na corrente Ecetistas em Luta/PCO, foi levado ao hospital sangrando muito, com cortes no rosto e na perna, vários hematomas pelo corpo, nas costas e nas costelas. O companheiro sofreu um corte profundo na mão esquerda que chegou a romper um tendão, tamanha a brutalidade com que a PM bateu com o cassetete.

O companheiro do PCO passou a noite internado no Hospital e precisará fazer uma cirurgia na mão para que não sofre sequelas mais graves.

A brutalidade da PM se estendeu a outros manifestantes e até um deputado do PT, “Vicentinho” (SP), foi empurrado pelos PM`s e atingido com jatos de gás de pimenta, sendo um claro sinal do quanto a direita golpista que controla o Congresso Nacional e quer controlar o País esta disposta a ir no sentido de impor sua política antioperária em favor dos interesses do imperialismo contra os trabalhadores.

Contra os direitos dos trabalhadores: Câmara controlada pela direita aprova texto base da PL da Terceirização

Lei que ataca os direitos e a organização dos trabalhadores foi aprovada a toque de caixa pela Câmara. Texto do projeto foi distribuído para parlamentares na última hora

 Após romper com o PT, PMDB passa a apoiar todos os projetos que atacam os direitos dos trabalhadores.

Nesta quarta-feira (8), a oposição de direita, apoiada por grande parte do PMDB, acelerou o processo de votação na Câmara dos Deputados do Projeto de Lei 4330/04, a PL da Terceirização, para aprova-lo com o mínimo debate possível. Com um acordo para aprovar o texto-base antes de votar as emendas e a oposição apenas dos parlamentares de PT, PCdoB e Psol, a PL foi aprovada por 324 votos a 137, com duas abstenções.

Eduardo Cunha pretendia colocar o projeto em votação no dia anterior, mas devido à manifestação na porta do Congresso Nacional, brutalmente reprimida pela PM, a sessão foi adiada.

No período da manhã, o plenário aprovou um requerimento para encerrar a fase de discussão e possibilitar o início das votações. Devido ao interesse do presidente da casa, Eduardo Cunha, no começo da noite foi aprovada a votação do texto-base do projeto no mesmo dia, passando as emendas para a próxima semana.

A aplicação deste projeto será um grande ataque contra toda a classe trabalhadora. Entre outras mudanças, esta lei permitiria a generalização do trabalho terceirizado, inclusive para atividades fim das empresas, dificultando a organização dos trabalhadores e consequentemente piorando as condições de trabalho.

A direita está se aproveitando da crise política do governo de Dilma Rousseff e da perda da maioria no Congresso Nacional para aprovar uma série de ataques contra os direitos da classe trabalhadora e da população em geral. Além da PL da Terceirização, a redução da maioridade penal, a regularização das doações de empresas e outros ataques estão sendo votados rapidamente.

A aprovação em praticamente um dia do projeto da terceirização, por ampla vantagem, mostra ainda que o isolamento do PT dentro da Câmara dos Deputados é grande e já há condições para um possível processo de impeachment.

A CUT e outras centrais contrárias ao projeto 4330 estão convocando para o próximo dia 15 uma mobilização nacional contra a aprovação deste projeto. Além disso, há um mandato de segurança no STF, pedido pelo PT para anular a sessão que aprovou o texto-base.

PT prepara mais uma eleição fraudulenta para impedir a participação dos ecetistas no sindicato

Diretoria do Sintect-RPO esconde a eleição dos trabalhadores e divulga lista de exigências absurdas para a inscrição de chapa

Nessa semana terminam as inscrições para a eleição para a diretoria do Sintect-RPO (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Ribeirão Preto e região). Mais uma vez, os trabalhadores dos Correios estão assistindo a mais uma demonstração da ditadura da burocracia sindical dentro dos sindicatos.

O sindicato de Ribeirão Preto é controlado pela Articulação Sindical/PT, que sem apoio na categoria depois de inúmeras traições, quer garantir a perpetuação no sindicato através da fraude. A diretoria da Articulação furou as ultimas greves da categoria, como a greve contra a Postal Saúde no ano passado, que lutava contra a privatização do convenio médico dos trabalhadores. Esse ano, sequer convocou assembleia para debater a greve contra a privatização da empresa, aprovada no calendário nacional da categoria.

Além disso, vários diretores do sindicato receberam cargos na empresa, como foi o caso de Carlos Decourt. Apenas para citar um caso, que abandonou a presidência no atual mandato do sindicato para ocupar um cargo de cúpula na ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos).

Como sabe que nao tem nenhum apoio entre os trabalhadores, a diretoria do sindicato decidiu fazer uma eleição escondida da categoria. Em primeiro lugar, sequer divulgou a eleição para que ninguém ficasse sabendo. Mas a manipulação é bem maior. A comissão eleitoral, também dominada pela Articulação Sindical/PT, estabeleceu uma verdadeira “floresta” de exigências que o trabalhador precisa superar para participar da eleição.

Ao todo, a comissão eleitoral exige cinco documentos diferentes para cada membro da chapa que queira se inscrever. Os vinte membros precisam apresentar a Carteira de Trabalho, o documento de Identidade, o CPF e até o número do PIS. Mas isso ainda não é o pior.

A comissão eleitoral do PT inventou que para o trabalhador se inscrever ‘e necessário reconhecer firma no cartório da assinatura de cada um dos membros da chapa. Uma exigência totalmente sem cabimento nem politico nem legal.

Essas exigência servem para impedir que o trabalhador de base participe da eleição, restringindo a participação apenas aos elementos da burocracia sindical, que tem facilidades e privilégios. Um trabalhador, que precisa bater o cartão durante oito horas diárias de expediente, não tem tempo para ir ao cartório para reconhecer firma.

A corrente de oposição nacional nos Correios, Ecetistas em Luta, vai inscrever a chapa para as eleições e convoca os trabalhadores a se mobilizarem para derrotar os pelegos da diretoria do sindicato. Desde já, vamos entrar na justiça para impugnar o processo eleitoral que já começa fraudado e impede a participação democrática da categoria.

Direita golpista mostra a cara: ataques aos direitos trabalhistas e repressão brutal

Brasília, 7 de abril – A mando do golpista Eduardo Cunha (PMDB), polícia militar coloca em prática seu mecanismo para garantir os ataques aos trabalhadores

Na terça-feira, dia 7, cerca de 3 mil trabalhadores, sindicalistas, militantes sem-terra se reuniram em Brasília para um ato contra a PEC 4330, o Projeto de Lei da Terceirização.

O presidente da Câmara dos Deputados, o direitista e um dos principais articuladores dos golpistas Eduardo Cunha (PMDB), colocou todo o aparato de repressão para reprimir brutalmente os manifestantes presentes. A “recepção” feita por Eduardo Cunha, representante de um Congresso ainda mais direitista a partir das últimas eleições, revela qual será a política da direita golpista caso o golpe contra o PT seja bem sucedido.

A polícia da direita golpista

A mando de Eduardo Cunha, os manifestantes não puderam entrar na “Casa o povo” para assistir a votação. Um aparato enorme da Polícia Militar e da Tropa de Choque com cavalaria, cachorros, armas de choque, gás de pimenta, bombas, canhão de água estava em volta do Congresso. Os manifestantes, agrupados no gramado em frente ao espelho d’água foram impedido inclusive de se aproximar. A polícia tentou impedir o carro de som do ato de chegar próximo ao congresso e chegou a atirar com bala de verdade no carro para intimidar o motorista. Indignados, os manifestantes correram para garantir que o carro de som não fosse atacado pela polícia. A PM atacou com bombas e gás de pimenta. Vários manifestantes foram agredidos e gravemente feridos.

O companheiro Aurimar Cordeiro, conhecido com Carioca, militante do PCO, trabalhador dos Correios e diretor do Sintect-MG (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Minas Gerais) foi brutalmente agredido pela polícia.

De maneira totalmente arbitrária, a polícia imobilizou o companheiro. Uma dezena de PMs cercaram e o espancaram covardemente com cassetetes, choques elétricos, chutes e pisão na cabeça . O companheiro ficou desacordado e foi levado para dentro do Congresso, algemado.

O companheiro foi levado ao hospital sangrando muito, com cortes no rosto e na perna, vários hematomas pelo corpo, nas costas e nas costelas. O companheiro sofreu um corte profundo na mão esquerda que chegou a romper um tendão, tamanha a brutalidade com que a PM bateu com o cassetete.

O companheiro passou a noite internado no Hospital e passa bem, mas precisará fazer uma cirurgia na mão.

O retrato do que querem os golpistas

A direita nacional prepara um ataque brutal aos direitos básicos dos trabalhadores como o próprio direito de manifestação. É isso o que está por trás das manifestações pelo “impeachment” que a direita e a extrema-direita, apoiadas pela imprensa capitalista e pelos monopólios capitalistas estrangeiros estão organizando nesse dia 12 de abril. Um aprofundamento dos ataques aos direitos dos trabalhadores e um aumento da repressão contra as organizações operárias.

Ao mesmo tempo que quer passar no Congresso a lei da terceirização, que vai acabar com os direitos trabalhistas no Brasil, a direita precisa impedir que os trabalhadores se mobilizem.

Para colocar sua política dura de ataques às condições de vida dos trabalhadores, a direita precisa lançar mão da repressão e da censura. Por isso os que estão nas ruas pedindo a derrubada do governo pedem o corte de direitos, como as privatizações, e ao mesmo tempo defendem o aumento da repressão, a intervenção militar etc.

Com medo da reação dos trabalhadores, a votação da PEC 4330 foi adiada para hoje em uma manobra realizada pelo Parlamentares da direita.