Uma análise das condições políticas que explica a entrega do Congresso da Fentect para o peleguismo

Leia nota da corrente Ecetistas em Luta, de militantes e simpatizantes do PCO nos Correios, com um balanço da última gestão da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios

Sindicalistas do PT, da Intersindical e de Independentes que compõem o MOPE – Movimento de Oposição ao Peleguismo – estabeleceram no início de março os prazos e regras do próximo Congresso da Fentect, que só favorecem o retorno do PT à secretaria geral da entidade.

Mesmo com os diretores da Fentect ligados ao PT não acatando nenhuma decisão da categoria nos fóruns da Fentect, inclusive sabotando abertamente às deliberações de luta e de greve contra a direção da Correios, integrantes da Intersindical (sintects do Paraná, Mato Grosso e Campinas) e Independentes (Piauí) que compõem o MOPE querem estabelecer o próximo Congresso da entidade de comum acordo com estes traidores.

Antes de comprarem os sindicalistas do MRL na diretoria da Fentect, os sindicalistas do PT articulação Sindical se recusaram a fazer reunião de diretoria da Fentect. Somente após comprarem os sindicalistas do MRL, a Articulação Sindical do PT começou a exigir que as decisões do nosso movimento fossem realizadas somente em reuniões de Diretoria.

Para impedir esse golpe, a corrente Ecetistas em Luta/PCO propôs que as decisões sobre o movimento sindical dos trabalhadores dos Correios organizados na Fentect fossem deliberados em Plenárias ou Conrep´s, com ampla participação de trabalhadores de base, para não cair na armadilha da maioria, criada de forma artificial dentro da Diretoria entre Articulação e MRL ambos do PT, como parte do tradicional balcão de negócios que existe no movimento sindical dos correios.

No entanto, os sindicalistas da Intersindical e independentes que participam do MOPE mostrando que para eles não vale a vontade da categoria, mas a formalidade fraudulenta de uma maioria inexistente na base da categoria, decidiram o futuro da categoria dentro de uma pequena reunião de diretoria da Fentect, acatando todas as vontades dos traidores do PT em relação ao Congresso.

Congresso da Fentect na medida para os patrões

Nessa reunião foram aprovadas todas as vontades dos sindicalistas do PT, com a anuência da Intersindica e Independentes,  decisões que praticamente garante a volta do PT na secretaria geral da Fentect. Como por exemplo:

– Decidiram que os chefes possam participar das assembleias de trabalhadores para tirar delegados ao Congresso.

-Que os pelegos possam realizar várias assembleias para eleger delegados em um mesmo sindicato, uma malandragem criada no sindicato do Paraná, através do mega pelego Areovaldo – na época presidente do sindicato pela Articulação, hoje Diretor Regional da DR-Paraná.  A moda cresceu a ponto do Sindicato pelego de Goiás realizar seis assembleias para impedir que a Oposição eleja delegados, até sindicatos minúsculos como o do MS realizam duas assembleias para eleger delegados à Fentect.

-Que os pelegos possam realizar assembleia a qualquer horário, como o Pelego de Uberaba, que realiza assembleia às 18 horas, horário em que os carteiros dos Correios ainda sequer conseguiram dar baixa em sua entrega diária de correspondência.

-Nas assembleias das bases de Oposição a Findect- federação Fantasma foi aprovado que os pelegos do PT e PSTU que nunca fizeram oposição nas bases divididas pelo PCdoB, como São Paulo, Rio de Janeiro, RN, TO e Bauru realizem assembleias para eleger delegados. Isso tudo em apenas três dias, duas assembleias por dia, para dificultar a ida da oposição nas assembleias enquanto, a direção da ECT fará o serviço de liberar trabalhadores para votar nas chapas do PT.

– Para garantir ainda mais o controle do PT no Congresso, foi aprovado que o Congresso será realizado em Brasília, com catraca eletrônica para inibir a presença da categoria. Lembrando que em Brasília é um local de maioria de sindicatos petistas, onde se realizou uma das maiores fraudes da eleição sindical dos correios no ano passado, a eleição da pelega Amanda Marmitex.

O “antigovernista” PSTU influencia base do MOPE para entregar Fentect para o o governo do PT-PMDB

Depois de várias traições cometidas pelo trio PT, PCdoB e PSTU dentro da Fentect, como o PCCS2008 da escravidão, o Acordo Bianual, o Saldamento do Postalis etc, os trabalhadores se agruparam entorno da Oposição, MOPE, formado pelo PCO, Intersindical, Independentes e grupos dissidentes do PT, como o MRL para colocar fim aos acordos traidores.

Com essa composição, os trabalhadores organizados na oposição conseguiram uma vitória espetacular, com apenas dois votos de diferença, no Congresso da Fentect de Fortaleza de junho de 2012.

A vitória da oposição se deu no Congresso para nova diretoria, mas também na nova forma de negociação dos trabalhadores, passando de apenas 7 negociadores, (que constituía o balcão de negócios), para formação de um Comando Amplo de um representante por sindicato, mais seis da Federação, totalizando 41 membros.

O PCdoB percebendo o aumento da oposição dentro da Fentect partiu para divisão da Categoria, se juntando com os pelegos antigos de Bauru, para ressuscitar a Federação criada pela ECT na época da ditadura, a Findect.

Já o PSTU, trabalhou intensamente para esvaziar a oposição no Congresso da Fentect, a fim de dar a vitória daquele Congresso para o PT, e depois justificar a formação de uma terceira Federação, a FNTC – Federação anã.

O Sintect-SJO do Conlutas sequer mandou delegados ao Congresso. O PSTU do Rio de Janeiro também não participou e alguns delegados do PSTU só votaram na chapa de oposição depois de muita pressão dos trabalhadores presentes no Congresso, pois a posição do PSTU era de abandonar o Congresso antes da votação da nova diretoria, o que teria dado a vitória ao PT no Congresso.

Apesar de a Secretaria Geral ficar para chapa do MOPE, a sua administração foi dividida entre PCO, Intersindical e Independentes, cada uma das forças assumindo de seis em seis meses.

1º Semestre – Unidade em torno do Comando Amplo da Fentect contra os divisionistas

O Primeiro semestre na secretaria geral da Fentect foi organizado pelo PCO, que conseguiu através do Comando Amplo impedir a sequência de traições e assinatura de acordos coletivos rebaixados, as costas da categoria por parte dos sindicalistas do PT, PCdoB e PSTU, mostrando o tempo todo contra a tentativa da ECT de empurrar os sindicatos divisionistas do PCdoB na mesa de negociação.

O Comando impulsionou assembleias da Fentect no RJ e em São Paulo, que foram atacadas em primeiro momento por capangas do PCdoB e em segundo momento pelo PSTU que atuou na política de auxiliar aos divisionistas do PCdoB nestes Estados, chamando os trabalhadores boicotar a assembleia da Fentect e acreditar nestes traidores.

Tanto foi assim, que o PSTU/Conlutas lançou dias antes da greve marcada para o dia 11 de setembro pela Fentect, uma campanha para suspender a greve para o dia 18 de setembro, dizendo que era para unificar com a data dos sindicatos de SP e RJ. Na verdade a política do PSTU tinha como intenção atacar a unidade dos trabalhadores pela Fentect.

Diante do ataque do PT, PSTU/Conlutas e PCdoB a unidade da categoria, a greve em 2012 foi aprovada apenas em MG e Pará (pela oposição sindical ao PT) conforme deliberado no Congresso.

A greve em MG e Pará se estenderam até o dia 18, obrigando todos os sindicatos do PSTU e grupos que seguiriam a política divisionista do PSTU saírem em greve também.

PT e PSTU se juntaram antes da greve para rebaixar a pauta da categoria. No entanto, o rebaixamento não sensibilizou a direção da ECT, exigindo o julgamento da campanha salarial de 2012 pelo TST.

A combatividade da categoria na greve, decidindo inclusive ir até a porta do TST no dia do julgamento do dissídio, impôes limites aos juízes de retirar direitos pretendidos pela ECT, como por exemplo: o plano de saúde dos trabalhadores.

2º Campanha salarial de 2013 – Radicalidade no movimento, e sabotagem do PT, PSTU na Fentect 

Já no segundo ano da campanha salarial, novamente a direção da ECT tentou colocar os divisionistas do PCdoB na mesa de negociação, apresentando o falso argumento de que a Federação fantasma teria registro no Ministério do Trabalho.

O Comando Amplo de Negociação, junto com a secretaria geral da Fentect, novamente com o PCO à frente lutou contra os divisionistas, promovendo um ato na catraca do prédio da AC de Brasília e uma ocupação no prédio dos Correios para exigir negociações de verdade na campanha salarial.

O PSTU/Conlutas atacou a unidade da categoria, chamando os trabalhadores antecipar a data da greve marcada pelo Conrep da categoria, mudando do dia 18 de setembro para 12 de setembro, mesma data da Findect, falando que os trabalhadores deveriam acreditar que o PCdoB iria fazer greve nos sindicato de SP e RJ.

O PCdoB fez apenas um dia de greve, para sair no dia seguinte, assinando de forma fraudulenta do acordo coletivo de trabalho, Sem ganho algum para a categoria nesse acordo, além de aceitar a mudança do plano de saúde.

PT e PSTU/Conlutas ainda propuseram o rebaixamento da pauta, rebaixando a reivindicação salarial para s mesmos 8% que os sindicalistas do PCdoB já teriam assinado com a ECT.

A Fentect conseguiu realizar assembleia em SP e RJ para deflação da greve pela oposição, o que foi amplamente sabotada pelos sindicalistas do PSTU/Conlutas e do PT destes Estados, que furaram a greve.

Mesmo com PT, PCdoB e PSTU/Conlutas sabotando a campanha salarial de 2013, a Federação, através do Comando Amplo e de sua secretaria geral da Fentect, controlada pelo PCO conseguiram impedir a assinatura do acordo miserável, obrigando ao TST se expor novamente como carrasco dos direitos e salários dos trabalhadores.

No entanto, mesmo com muita ajuda da ECT e da ala burocrática do movimento sindical, PT e PSTU/Conlutas, a Fentect conseguiu desmascarar o acordo da ECT com a Findect. Obrigando os ministros do TST reconhecerem que a única entidade legitima para assinar o acordo seria a Fentect, no entanto em relação ao salário, os ministros se sentiram confortados em apenas manter os 8% de reajuste, depois do rebaixamento para os mesmos 8% propostos pelos sindicalistas do PT e PSTU/Conlutas.

3º Grande campanha – a luta contra a Postal Saúde

Após a campanha salarial de 2013 e com a falência da política de enfiar o PCdoB nas negociações através da Findect, e precisando iniciar a operação criminosa da Postal Saúde, a direção da ECT criou a tal MNNP – Mesa de Nacional de Negociação Permanente – com a participação de apenas os presidentes de sindicatos, sem a Fentect, patrocinando passagens aéreas, hospedagens, translado e diárias para as reuniões a serem realizadas em Brasília-DF.

O intuito da chamada mesa única é óbvio: colocar a Fentect fora das negociações com a empresa, criando uma nova estrutura, de fachada, com todos os sindicatos, sob o comando da direção da empresa, uma das propostas mais patronais que já existiram no movimento dos correios. A MNNP, pelas costas da categoria, restabeleceu o balcão de negócios que havia sido destruído no Congresso da Fentect de 2012.

A companheira Anai Caproni, como secretaria geral da Fentect, logo de inicio avisou que a Fentect mesmo que convidada não participaria dessa armadilha, e que o movimento iria se organizar para chamar uma greve contra o golpe da Postal Saúde a ser instituído pela MNNP.

4º Semestre – Intersindical se transforma em fiadora da política criminosa do PSTU/Conlutas

Mais uma vez o PSTU/Conlutas relutou a sair da MNNP, ser reunindo por diversas vezes na MNNP, com a ECT e seus amigos, os sindicalistas do PT e PCdoB.

A gestão da Intersindical à frente da Secretária geral da Fentect, traz o PSTU/Conlutas para tomar decisões no interior da Federação, patrocinando inclusive o pelego Jacozinho no DF, impedindo a formação de uma legítima oposição a Amanda Marmitex.

A Fentect promoveu duas plenárias, onde os dirigentes do PT sabotaram descaradamente a Plenária e suas resoluções, a ponto de permanecerem ilegalmente na MNNP, recebendo passagens, e diárias e formando novamente o balcão de negócios, sabotando a greve de 43 dias contra o golpe da Postal Saúde.

A greve que se manteve estável nos sindicatos dirigidos pelo MOPE não conseguiu impedir o golpe da Postal Saúde, mas retardou todos os planos da ECT, principalmente de cobrança mensalidades dos trabalhadores no Plano de Saúde dos Correios.

No entanto, a política levada pela Intersindical na greve da Postal Saúde, sob a influência do PSTU/Conlutas e do pelego Rogério Ubine, levou o Comando de negociação e mobilização instalado em Brasília, a apostar na política de fazer lobby com os carrascos ministros do TST, sem atacá-los, ou promover uma intensa agitação nos sindicatos dos traidores sindicalistas do PT e PCdoB, política que favoreceu o endurecimento do julgamento dos ministros sobre a greve que decidiram pela ilegalidade da greve.

Apesar do visível retrocesso do PT nos sindicatos dos correios, a oposição sofre também um importante retrocesso. As eleições no sindicato do Paraná, em mão da oposição, são fraudadas pelos pelegos do PSTU/Conlutas, com o apoio do PT, da direção da empresa, do judiciário corrupto e, também, da Intersindical, fortalecimento a ala pelega dentro da Fentect e os que sempre juraram querer destruir a Fentect e a unidade nacional dos trabalhadores.

5º Semestre – PT, PCdoB e PSTU se unificam novamente na mesa única de negociação

Na campanha salarial de 2014 a direção da ECT investiu novamente na formação de uma mesa única com a preponderância dos sindicalistas do PT, PCdoB e PSTU/Conlutas, a fim de conseguir novamente que o movimento sindical assinasse o Acordo Coletivo de Trabalho ao gosto do patrão.

Foi formada dentro da Federação, a unidade dos PT- Articulação sindical, MRL com o PSTU/Conlutas para que fosse aprovada a mesa única contra a deliberação congressual da categoria de negociação apenas pelo comando amplo de mobilização e negociação.

Depois de muita briga, a campanha salarial de 2014 foi parar em mesa única, e com a direção da ECT novamente controlando a maioria na mesa de negociação, através dos sindicalistas do PT, PCdoB e PSTU/Conlutas.

Mesmo com reajuste de 0%, o Acordo foi assinado pelos sindicalistas do PCdoB, seguido pelos sindicalistas do PT e alguns da Intersindical, e por fim pelo secretario geral da Fentect, José Rodrigues, ligado aos independentes. Tudo isso sem que os fóruns autônomos da Fentect tomassem qualquer decisão a respeito.

A greve da categoria foi novamente sabotada pelo PSTU/Conlutas, que pela terceira vez consecutiva, passou por cima da decisão da categoria em Conrep, e adiou a greve para o dia 23 de setembro, ajudando os sindicalistas do PCdoB do RJ e SP que quase apanharam dos trabalhadores nestes Estados.

A nota marcante nessa campanha, devido à política de adequação dos centristas ao peleguismo do PT, foi o fato da Intersindical indicar para o Comando de Negociação o pelego Rogério Ubine, que ao chegar aos momentos cruciais da campanha salarial, se ausentou do comando de negociação para se reunir com Nelson de Freitas, Amanda Marmitex, e Emerson Marinho, “Pato Roco” e juntos criarem a clausula 22º do Acordo Coletivo de Trabalho, oficializando a MNNP, agora com o nome de SNNP – Sistema Nacional de Negociação Permanente, já estabelecendo que esta mesa única desse os poderes para ECT contratar temporários por concurso público, um ataque brutal à unidade da categoria.

Último semestre- Entrega total à política pelega do PT 

Novamente após a campanha salarial, ficou comprovado que a política de mesa única com o PCdoB era uma traição à luta da categoria, e passado alguns dias da assinatura do acordo, o registro da Findect foi cassado pelo fato de ser totalmente ilegítimo.

Dessa vez a direção da ECT precisaria impor o processo de privatização dos correios com a criação dos CorreiosPar- uma empresa subsidiária que vai organizar o processo de terceirização na operação dos Correios.

Foi chamada novamente a mesa única, financiada pela ECT, que o PT, PCdoB e PSTU/Conlutas logo se puseram a defender.

Em contrapartida a essa política do trio pelego (PT-PCdoB e PSTU/Conlutas) de aliança com os interesses dos trabalhadores, a categoria reunida em Plenária Nacional decidiu por não participar da Mesa nos moldes da ECT e convocou greve para o dia 17 de Março a fim de levar a categoria a lutar contra a privatização.

Como já era esperado, o PT sequer convocou assembleias nos sindicatos que controlam. Já o PSTU/Conlutas que faz a cobertura para os traidores (PT-PCdoB) que atiram nas costas da categoria fingindo que gostaria de lutar contra a privatização saiu na frente propondo mudar a deliberação da Plenária para realizar ao invés de greve, uma paralisação de 24 horas, totalmente inócua. No que novamente a intersindical e os independentes do MOPE, mergulharam de cabeça.

Devido à intervenção direta do trio pelego, a greve foi sabotada em todos os Estados, colocando os trabalhadores de Minas Gerais, Bahia, Ceará e Campinas que deflagraram greve por tempo indeterminado em um isolamento.

Mesmo com todas as sabotagens dos sindicalistas do PT nas deliberações de luta da categoria, aprovadas em Conrep e Plenárias de trabalhadores da Fentect. Os integrantes do MOPE (Intersindical e Independentes) resolveram colocar nas mãos do PT a decisão da organização do Congresso que elegerá a nova diretoria da Fentect.

Diante disso, propomos a realização de uma Plenária imediatamente para reorganizar o Congresso da categoria, estabelecendo regras democráticas e classistas para realização da eleição da nova diretoria da entidade. Sem Chefes, sem a interferência da ECT, sem divisão da categoria em várias assembleias no mesmo Estado, sem catraca e com verdadeiras assembleias nas oposições aos sindicatos divisionistas controlados pelo PCdoB.

Pela formação do sindicato nacional da categoria, para se opuser a política divisionistas dos traidores do PT, PCdoB e PSTU.

Fora a “mesa única”, que a Fentect tome as suas próprias deliberações. Pela recuperação da autonomia organizativa da Fentect diante dos patrões e dos pelegos.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s