Neste dia 15 de abril: Sair às ruas contra o PL da terceirização e da escravidão apoiado pela direita golpista

Eles fracassaram na “mobilização” dos coxinhas do dia 12, mas querem impor a política de “ajustes” e ataques aos trabalhadores por meio da vontade do congresso de picaretas e dos governos inimigos do povo. É preciso intensificar a mobilização das organizações de luta dos explorados contra o golpe e pelas reivindicações operárias e populares

 Ampliar a mobilização contra a direita golpista e em defesa das reivindicações dos trabalhadores diante da crise

Nem os números mentirosos da Polícia e da imprensa golpista escondem o estrondoso fracasso dos atos da direita pró-imperialista do último domingo, apesar dos milhões por eles gastos e de contarem, mais uma vez com o apoio escancarado do governos direitistas como o do PSDB de SP (da sua PM, metrô com catraca livre etc.) e de uma ampla campanha favorável dos monopólios de comunicação como a Rede Globo, Veja, Folha etc.

Por todos os ângulos que se veja, a manifestação foi um fracasso, diante das promessas e ameaças da direita de que seriam “muito maiores” e do seu propósito de dar um caráter “popular” aos seus planos de derrubar o governo Dilma, seja pelo impeachment, pela “justiça” ou por meio de um golpe militar que garanta a imposição dos interesses de grupos econômicos e políticos vinculados e patrocinados pelo capital imperialista.

Um dos principais motivos para este fracasso é que a direita passou a ser mais amplamente denunciada pelas organizações operárias e populares e da esquerda que não caíram no conto de fadas de que a direita golpista quer combater a corrupção, por meio das empresas, partidos e governos mais corruptos e reacionários do País.

A luta dos trabalhadores, principalmente a partir de 13 de março está deixando cada dia mais claro que o que eles querem impor uma nova etapa de escravidão ainda maior contra os trabalhadores, com a aprovação de medias como o PL 4330 que visa impor a milhões de trabalhadores a terceirização, para rebaixar ainda mais os salários, aumentar o desemprego, a contratação de milhões sem direitos conquistados em anos de luta e, dessa forma, garantir os lucros de punhado de abutres capitalistas que querem que os explorados paguem pelo colapso capitalista que cresce em todo o mundo.

Greves, como a dos professores de São Paulo (do PR, PA etc.) evindenciam que por trás da mobilização golpista estão os querem destruir totalmente o ensino e a saúde públicas, em favor dos capitalistas da educação e mercadores da doença; os querem privatizar a Petrobras, os correios etc. e impor uma profunda repressão contra a população pobre e negra, em particular, contra a juventude, com medidas como a redução da maioridade penal.

Eles tiveram um revés, mas não desistiram. Sabe que a força deles não vem da mobilização nas ruas, mas das negociatas de gabinetes dos grandes capitalistas e de suas máfias políticas inimigas do povo trabalhador e da juventude.

Por isso, para derrotar de vez toda esta corja e avançar na luta na defesa das reivindicações dos trabalhadores diante da crise é preciso fortalecer a luta dos explorados.

A situação reforça a necessidade de intensificar a campanha de denúncia da política golpista da direita, em defesa dos direitos democráticos dos explorados e na defesa de suas reivindicações diante da crise – como a derrubada do PL 4330, contra as privatizações, em apoio às greve dos professores contra a política de “ajustes” do governo Alckmin etc.

Mais do que nunca, dia 15 de abril todos às ruas. É hora dos trabalhadores e suas organizações de luta, avançarem contra os que, neste domingo, fracassaram em avançar um pouco mais na defesa dos interesses do imperialismo golpista, contra os explorados

Se comprovou – sem sombra de dúvidas –  que a “neutralidade” preconizada por setores da esquerda pequeno burguesa diante da ofensiva da direita é uma verdadeira cumplicidade com os objetivos desta direita e contribui para a conspiração tem torno ao golpe de Estado e no ataque aos direitos dos trabalhadores.

Mais do que nunca é hora de cerrarmos fileiras para marcharmos juntos em defesa dos interesses dos trabalhadores contra um inimigo muito mais forte e perigoso do que a política de conciliação de classes do PT e que está por detrás desta política: o imperialismo e seus representantes no Brasil.

Reafirmamos nosso chamado a que, como parte desta luta, no dia internacional de luta da classe operária, realizemos um ATO DE 1o. DE MAIO UNIFICADO DE LUTA CONTRA A DIREITA GOLPISTA EM DEFESA DAS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES.

Que unifiquemos nossas bandeiras de luta e nossos punhos, para gritar alto e bom som: “FASCISTAS, GOLPISTAS, NÃO PASSARÃO!.

Derrotar nas ruas a direita golpista e seus planos de “ajustes”:

  • Abaixo o PL 4330 e toda política de “ajustes” e cortes nos orçamentos públicos. Nenhum direito a menos para os trabalhadores
  • NÃO À PRIVATIZAÇÃO! Nacionalização do Petróleo e Reestatização da Petrobras sob controle dos trabalhadores
  • Ocupar as fábricas contra as demissões. Escala móvel de salários e horas de trabalho
  • Reforma Agrária com expropriação do latifúndio
  • Reforma Urbana com expropriação dos especuladores e plano nacional de construção de casas populares sob o controle das organizações populares
  • Em defesa das reivindicações dos professores contra a destruição do ensino público
  • Não à redução da maioridade penal e ao aumento da repressão contra o povo trabalhador. Dissolução da PM, máquina de guerra contra a população pobre e negra.
  • FORA OS GOLPISTAS! Por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo
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